Citáty Fernando Pessoa

„If, after I die, they should want to write my biography,
There's nothing simpler.
I've just two dates—of my birth, and of my death.
In between the one thing and the other all the days are mine.“

—  Fernando Pessoa, Poems of Fernando Pessoa

Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas—a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra coisa todos os dias são meus.
Alberto Caeiro (heteronym), "Se, depois de eu morrer" (8 November 1915), trans. Jonathan Griffin.
Zdroj: Poems of Fernando Pessoa

„I take with me the conscience of defeat as a victory banner.“

—  Fernando Pessoa, kniha The Book of Disquiet

Ibid., p. 79
Originál: Levo comigo a consciência da derrota como um pendão de vitória.
Zdroj: The Book of Disquiet

„We adore perfection because we can't have it; it would disgust us if we had it. Perfect is inhuman, because human is imperfect.“

—  Fernando Pessoa, kniha The Book of Disquiet

Ibid., p. 249
Originál: Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugná-la-íamos, se a tivéssemos. O perfeito é o desumano, porque o humano é imperfeito.
Zdroj: The Book of Disquiet

„To be great, be whole; don't exaggerate
Or leave out any part of you,
Be complete in each thing. Put all you are
Into the least of your acts.
So too in each lake, with its lofty life,
The whole moon shines.“

—  Fernando Pessoa, Poems of Fernando Pessoa

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
Ricardo Reis (heteronym), Ode (14 February 1933), in A Little Larger Than the Entire Universe, trans. Richard Zenith (Penguin, 2006)
Zdroj: Poems of Fernando Pessoa

„I'm nothing,
I'll always be nothing.
I can't even wish to be something.
Aside from that, I've got all the world's dreams inside me.“

—  Fernando Pessoa

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Álvaro de Campos (heteronym), Tabacaria ["The Tobacconist's" or "The Tobacco Shop"] (15 January 1928)
Variant translations:
I am nothing.
Never shall be anything.
Cannot will to be anything.
This apart, I have in me all the dreams of the world.
trans. Jonathan Griffin, in Selected Poems (Penguin Books, 1974), p. 111
I am not nothing.
I will never be nothing.
I cannot ever want to be nothing.
Apart from that, I have in me all the dreams of the world.
In Webster's New World Dictionary of Quotations (2005), p. 649
I am nothing.
I shall never be anything.
I cannot even wish to be anything.
Apart from this, I have within me all the dreams of the world.
Varianta: I am nothing.
I will never be anything.
I cannot wish to be anything.
Bar that, I have in me all the dreams of the world.

„I've always rejected being understood. To be understood is to prostitute oneself. I prefer to be taken seriously for what I'm not, remaining humanly unknown, with naturalness and all due respect.“

—  Fernando Pessoa, kniha The Book of Disquiet

Repudiei sempre que me compreendessem. Ser compreendido é prostituir-se. Prefiro ser tomado a sério como o que não sou, ignorado humanamente, com decência e naturalidade.
Zdroj: The Book of Disquietude, trans. Richard Zenith, text 128

„The feelings that hurt most, the emotions that sting most, are those that are absurd: the longing for impossible things, precisely because they are impossible; nostalgia for what never was; the desire for what could have been; regret over not being someone else; dissatisfaction with the world's existence. All these half-tones of the soul's consciousness create a raw landscape within us, a sun eternally setting on what we are.“

—  Fernando Pessoa

Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, são os que são absurdos – a ânsia de coisas impossíveis, precisamente porque são impossíveis, a saudade do que nunca houve, o desejo do que poderia ter sido, a mágoa de não ser outro, a insatisfação da existência do mundo. Todos estes meios tons da consciencia da alma criam em nós uma paisagem dolorida, um eterno sol-pôr do que somos.
The Book of Disquietude, trans. Richard Zenith, text 196

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